Manacá da Serra

1674
manacá-da-serra

Nome Comum: MANACÁ DA SERRA

Nome Científico: Tibouchina mutabilis
Família: Melastomaceae
Características Morfológicas: Esta árvore tem entre sete e 12 metros de altura e tronco girando em torno de 20 a 30 centímetros de diâmetro. Suas folhas são rígidas e as flores mudam de cor à medida que ela envelhece (possui de tons brancos ao roxo, passando pelo rosa).
Origem: Mata Atlântica, Brasil.
Ocorrência Natural: Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Flores brancas, rosas e roxas. De repente, no verde da mata, faz-se um buquê natural em forma de árvore. Assim pode-se dizer é a imagem do manacá-da-serra quando se desce rumo ao litoral onde a Mata Atlântica, seu habitat primeiro, ainda existe em alguns lugares do Brasil.

Espécie pioneira deste bioma, pode-se dizer que ela é típica da floresta ombrófila densa da encosta atlântica. Conhecida por outros nomes populares como cuipeúna, jacatirão, flor-de-maio, flor-de-quaresma e pau-de-flor, ela geralmente floresce entre os meses de novembro e fevereiro, em pleno o verão.

Em função de sua beleza, esta árvore tem forte apelo paisagístico (até porque seu tamanho pequeno não concorre com a rede elétrica das cidades e suas raízes não são agressivas aos calçamentos).

Tolerante à luz direta, é muito útil no reflorestamento de áreas de preservação permanente (apesar de seu desenvolvimento não ser muito rápido: cresce cerca de 2,5 metros em dois anos).

Afora isso, sua madeira também possui aplicação prática na construção civil (embora não seja considerada de boa qualidade). Serve para a confecção de vigas, caibros, postes, esteios e moirões.

Saiba mais:
Árvores Brasileiras – Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil, de Harri Lorenzi.

SEM COMENTÁRIOS